Ainda segundo o plano, a ISF trabalharia em conjunto com Israel e Egito.

O documento também prevê a criação de uma nova polícia palestina em Gaza.

Até o momento, a polícia local opera sob a autoridade do Hamas.

Mike Waltz, embaixador dos EUA na ONU, disse ao Conselho de Segurança que a ISF teria a “tarefa de garantir a segurança da área, apoiar a desmilitarização de Gaza, desmantelar a infraestrutura terrorista, remover armas e garantir a segurança dos civis palestinos”.

Waltz descreveu-a como um “primeiro passo frágil, muito frágil”.

A ISF é um pilar central do plano de Trump, que também inclui a criação de um chamado Conselho de Paz, que o próprio presidente dos EUA comandaria.

O financiamento para a reconstrução de Gaza após dois anos de guerra viria de um fundo apoiado pelo Banco Mundial, de acordo com a resolução.

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Após pressão de importantes Estados árabes, o projeto de Trump passou a prever a possibilidade de um Estado palestino, algo a que Israel se opõe veementemente.

O plano de paz de Trump, na prática, suspendeu os combates entre Israel e o Hamas, iniciados desde que homens armados liderados pelo Hamas atacaram Israel em 7 de outubro de 2023.

Cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 251 feitas reféns nesse ataque.

Desde então, com a reação israelense em Gaza, mais de 69.483 palestinos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde local, administrado pelo Hamas.