A varejista sueca de fast-fashion H&M abriu sua primeira loja física no Brasil neste sábado e lançou operações online no país, onde já produz alguns itens localmente, incluindo calçados e roupas de praia, disse um executivo.
A meta de curto prazo é abrir quatro lojas no estado de São Paulo nos próximos meses, disse Joaquim Pereira, gerente nacional da H&M Brasil, em entrevista na sexta-feira.
Esse namoro com o Brasil já vem acontecendo há muito tempo”, acrescentou, observando que a mudança levou anos de planejamento.
A H&M pretende competir localmente, mas não necessariamente contra marcas chinesas como a Shein, que geralmente têm preços abaixo da média, disseram os executivos.
“No Brasil, existem muitas marcas nacionais que são muito boas, muito boas mesmo. Em termos de preço, em termos de qualidade. Acho que é um mercado muito, muito competitivo, independentemente de ser uma empresa chinesa ou local”, disse Pereira.
A empresa não divulgou seu investimento total no Brasil.
A primeira loja brasileira, em um shopping de luxo em São Paulo, concentra-se em moda feminina. A segunda, com inauguração prevista para breve, oferecerá uma variedade maior de produtos, incluindo roupas femininas, masculinas e infantis, acessórios e calçados.
“Queremos ter preços inclusivos”, disse Magnus Olsson, gerente regional da H&M para o Hemisfério Sul.
A empresa planeja aumentar a produção local, mantendo os padrões globais, disse Olsson. Por enquanto, a H&M produz calçados, moda praia e jeans no Brasil e importa os demais produtos de diferentes mercados, incluindo Índia, Bangladesh e Portugal.
Os executivos disseram que a H&M eventualmente abrirá lojas em outros estados brasileiros, sem dar mais detalhes.
A rede também conta com um centro de distribuição de 25 mil metros quadrados no estado de Minas Gerais, no sudeste do país, que pode ser expandido para cerca de 40 mil metros quadrados.
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