Por Bia Azevedo
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, acatou o pedido do Ministério Público para que os bancos congelem bens do empresário brasileiro Nelson Tanure em decorrência de uma investigação contra o Banco Master, segundo documento divulgado nesta sexta-feira.
O pedido foi feito pela Procuradoria-Geral do país. O banco de médio porte foi liquidado pelo banco central em novembro passado.
Os investigadores alegam que Tanure tem sido um “sócio oculto” da Master, acusação que o empresário contesta, afirmando possuir participação na instituição financeira direta ou indiretamente, por meio de instrumentos financeiros.
Em um comunicado divulgado na segunda-feira, o advogado de Tanure, Pablo Naves Testoni, reafirmou a posição do investidor, dizendo que ele nunca realizou uma transação que pudesse sustentar tal alegação.
O Banco Central do Brasil ordenou a liquidação da Master, alegando “grave crise de liquidez”, séria deterioração de sua situação financeira e violações das normas do sistema financeiro.
Embora o Mastercard detenha menos de 1% dos ativos bancários na maior economia da América Latina, seu colapso gerou escrutínio, visto que o banco cresceu muito rapidamente emitindo títulos de alto rendimento comercializados como se tivessem garantia do Fundo Garantidor de Depósitos (FGC), o fundo privado brasileiro.
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