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Checagem de fatos: Juiz encontrado morto em SE não atuou na investigação de fraudes no INSS

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Agencia Reuters
O juiz Edinaldo César Santos Júnior, encontrado morto em Aracaju no último dia 1º, não atuou na investigação de descontos irregulares em aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) nem incluiu José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico e irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no inquérito.
Edinaldo era juiz estadual em Sergipe e atuava como magistrado auxiliar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Já o inquérito do INSS corre no Judiciário federal.
“Este é o juiz encontrado morto em seu apartamento, após incluir irmão de Lula em inquérito de investigação do INSS. Seria mais uma coincidência?”, afirmam no Instagram que mostram uma foto de Edinaldo.
dinaldo foi localizado sem vida,  em seu apartamento na capital sergipana. Segundo a Secretaria de segurança publica do Estado, não foram identificados sinais de violência no corpo ou no apartamento. Os exames que devem indicar a causa da morte ainda não foram concluídos.
O magistrado atuava no Tribunal de Justiça de Sergipe,(TJ-SE) –ou seja, na esfera estadual– desde 2013. Em 2022, o passou a ser juiz auxiliar,  da presidência do CNJ.
TJ-SE disse, à Reuters que “as ações envolvendo o INSS são de competência da Justiça Federal” e que “não há registro, no âmbito do TJSE, de que o juiz Edinaldo César Santos Júnior tenha atuado em processos relacionados à investigação de fraudes no INSS.”
CNJ informou, que Edinaldo “não atuava em nenhum processo envolvendo Frei Chico” e “não tinha participação em nenhum inquérito a respeito do INSS ou relacionado ao irmão do presidente Lula”.
A Polícia Federal (PF) é responsável pela apuração do esquema, de descontos indevidos. A corporação disse à Reuters que “não se manifesta sobre investigações em andamento”, mas em textos sobre operações envolvendo o caso, a PF mencionou ordens de varas federais no Distrito Federal,e  São Paulo,  e Sergipe..
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